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Pesquisa afirma que mouse tem mais germes que vaso sanitário

Demétrios Georges Makedonopoulos | 17/04/2012

Um estudo realizado por pesquisadores do Initial Washroom Hygiene revela que, em média, o mouse de computador é três vezes mais sujo do que um vaso sanitário. A pesquisa envolveu 158 itens de 40 mesas de trabalho em três escritórios, que foram comparados com os dados coletados de assentos de banheiro de diversos edifícios.

A explicação para este resultado é bem simples: muitos usuários comem diante do computador, transformando a área de trabalho em um terreno fértil para germes e bactérias. Além disso, toda a gordura e resíduos acumulados nas mãos do usuário vão para o mouse. Outro fator que contribui para a proliferação dos germes é que os dispositivos elétricos tendem a não ser limpos com a mesma frequência que os demais itens do escritório.

A pesquisa também revela que os mouses dos homens são mais sujos que os das mulheres, com pelo menos 40% a mais de bactérias. O resultado indica que eles cultivam o hábito de se alimentarem diante do computador com maior frequência.

Quatro em cada dez mesas analisadas contavam com pelo menos um item com níveis muito altos de bactérias, ou com um nível de contaminação que poderia representar um risco para a saúde do usuário.

O estudo também mostra que o segundo item mais sujo dos escritórios é o teclado, seguido pelos telefones e cadeiras. Outra informação detectada é que o mouse consegue ser pelo menos duas vezes mais sujo que a descarga do banheiro que, por sua vez, costuma ter mais bactérias que o próprio assento. Bancadas de cozinha, cadeiras de restaurantes, carrinhos de compras e até botões de elevadores entraram na lista dos mais sujos.

Fonte: TechTudo

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germes, mouse, saúde, sujeira
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Enchente na Tailândia faz estoque de HDs no Brasil cair e preços subirem

Demétrios Georges Makedonopoulos | 05/11/2011

No mês passado a Tailândia foi atingida por uma das piores enchentes das últimas 5 décadas. Enquanto que a perda de vidas de tailandeses é algo absolutamente lamentável e imensurável em termos financeiros, vários setores do país conseguiram ver o impacto do desastre nas suas finanças. Dentre eles está o setor de discos rígidos, já que grandes fábricas de HDs foram afetadas pelas enchentes. E o impacto passou a afetar o mercado de HDs no Brasil também.

Western Digital, Seagate, Hitachi, Toshiba e Fujitsu são cinco das fabricantes de HD que têm grandes operações na Tailândia. E todas elas foram significativamente afetadas pelas enchentes. Algumas diretamente, como a WD e a Toshiba, que tiveram suas fábricas inundadas, e outras indiretamente, como a Seagate, que ainda está operando mas pode ver sua linha de produção parar temporariamente pela falta de componentes para fabricar os HDs.

Essa falta já é sentida em diversos mercados do mundo, incluindo o Brasil. Uma fonte ligada à distribuidora de equipamentos de informática Officer, uma das maiores do país e que lida diretamente com fabricantes de discos rígidos como a Western Digital, disse que há uma falta crônica de HDs no mercado. Aliado a isso, não há nenhuma previsão de normalização para as próximas semanas.

Quando procurada, a assessoria de imprensa da Officer disse apenas que “novas barreiras logísticas também acabam afetando o mercado como um todo” e que “trabalhamos com diversos fabricantes e os produtos que distribuímos não vêm apenas desse país”. A empresa ainda espera que o mercado se normalize sem que haja grandes consequências ao consumidor final, mas também não dá uma previsão de quanto tempo deve demorar para isso acontecer.

A inevitável consequência dessa baixa no estoque, ao menos no Brasil, é um aumento dos preços de HD no mercado, que também é motivada pela alta do dólar no país. Então a menos que você precise muito de um HD, a melhor atitude por enquanto é mesmo esperar.

Falta HDs para fabricantes de PC também

Não são apenas os consumidores finais que ficarão prejudicados pela falta de HDs no mercado. Fabricantes de computadores que necessitam desse componente para montar seus equipamentos também já estão tendo problema de estoque. A ASUS anunciou na semana passada que só tem discos rígidos o suficiente para fabricar computadores até o final desse mês e a partir daí eles devem focar em equipamentos com armazenamento SDD e que são, notoriamente, mais caros.

A estimativa é de que a fabricação volte ao normal dentro de 6 semanas, mas não há uma palavra oficial de nenhuma fabricante de HD. Até lá, o preço dos HDs deve aumentar entre 20 a 40%, de acordo com o CFO da ASUS, David Chang. E isso para fabricantes de computadores, que compram o componente em lote. Para o consumidor final, o preço deles pode subir bem mais.

Fonte: Jornal do Empreendedor

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disco rígido, enchente, HD, preço, Tailândia
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Morre Steve Jobs, fundador da Apple

Demétrios Georges Makedonopoulos | 06/10/2011

Morreu nesta quarta-feira (05), aos 56 anos, Steve Jobs, fundador da Apple. O empresário lutava contra um câncer no pâncreas desde 2004 e anunciou seu afastamento da presidência-executiva da empresa em agosto deste ano.

O executivo deixa a mulher, Laurene, e os três filhos do casal. Também deixa uma filha concebida antes do casamento.

Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em São Francisco (EUA) e criado por pais adotivos, Jobs chegou à fama e ao sucesso empresarial em 1984 quando ajudou a criar e lançar o Macintosh.

Comunicado divulgado pela família do executivo informa que ele morreu na Califórnia, Estados Unidos, ao lado de seus familiares. Veja íntegra da nota:

 

“Em sua vida pública, Steve foi conhecido como um visionário; em sua vida privada, ele cultivou sua família. Estamos agradecidos às pessoas que compartilharam seus anseios e orações durante o último ano da doença de Steve; um site será criado para aqueles que desejam fazer homenagens. Agradecemos o apoio e a gentileza daqueles que compartilham nossos sentimentos por Steve. Sabemos que muitos de vocês estarão em luto conosco e pedimos que respeitem nossa privacidade neste momento de dor.”

No site da Apple, um texto lamenta a morte de Jobs. Segue a íntegra:

“A Apple perdeu um gênio criativo e visionário, e o mundo perdeu um ser humano fantástico. Aqueles de nós que tiveram a sorte de conhecer e trabalhar com Steve perderam um amigo querido e um mentor inspirador. Steve deixa para trás uma empresa que apenas ele poderia ter construído, e seu espírito será, para sempre, a estrutura da Apple.”

Jobs faleceu um dia depois da Apple apresentar a última versão do iPhone, o 4S. Seu sucessor na empresa, Tim Cook, apresentou nesta terça-feira as ultimas novidades da Apple. Jobs deixa como suas últimas contribuições a nova versão do iPhone, o 4S; a quinta versão do sistema operacional iOS5; o sistema armazenamento virtual iCloud e o assistente de voz para o novo telefone, o Siri.

O lançamento da biografia oficial de Jobs no Brasil está marcada para o dia 21 de novembro.

* Com Agências Internacionais

Fonte: Yahoo! Notícias

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Projeto que regulamenta venda coletiva na internet é essencial, diz advogada

Demétrios Georges Makedonopoulos | 07/06/2011

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1.232/11, que disciplina a venda coletiva de produtos e serviços em sites da internet e estabelece critérios de funcionamento para as empresas que promovem esse tipo de comércio.

A proposta determina que as informações sobre as regras para as ofertas deverão ser divulgadas em tamanho superior a 20% da letra da chamada para a venda. Também deverão ser especificados: quantidade mínima de compradores, prazo para utilização do cupom – que deverá ser maior que seis meses –, endereço e telefone da empresa responsável pela oferta, quantidade de clientes que serão atendidos por dia e a quantidade máxima de cupons que podem ser adquiridos.

“Hoje, há uma grande quantidade de ofertas e facilidades de compra pela internet, mas isso não está acompanhado da responsabilidade por parte das empresas”, afirma a advogada especialista em Direito do Consumidor, Carla Mello. “Conforme cresce o número de adesões, cresce também a quantidade de reclamação dos consumidores”.

Lei específica
Ela explica que diariamente vemos um leque de inovações surgindo, que não está previsto pelo CDC (Código de Defesa do Consumidor). “Eu acho essencial uma lei mais específica, que trate dos casos que o Código não inclui”, destaca.

A proposta em trâmite ainda obriga as empresas a manter um serviço telefônico gratuito para atender os consumidores e que funcione de acordo com as normas do call center (Decreto 6.523/08). E a home dos sites deverá trazer os dados dos estabelecimentos responsáveis por eles, que deverão possuir sede ou filial no Brasil.

Além disso, caso a oferta não seja validada por não atingir o número mínimo de participantes, a devolução dos valores deverá ocorrer em até 72 horas, de acordo com o PL do deputado João Arruda (PMDB-PR).

Ofertas aleatórias e sem planejamento
De acordo com Carla, talvez a proposta precise de algumas discussões para acertar um ponto ou outro. “Mas o que é indiscutível é que as empresas precisam não fazer ofertas aleatórias. Elas precisam fazer as contas para não ter problemas e conseguir atender a demanda. E é aí que está atrelada a questão da responsabilidade”, alerta.

Afinal, as empresas têm de considerar que possuem outras demandas além daquelas da oferta. “Elas têm que suportar o ônus”, aponta.

Um exemplo lembrado pela advogada do escritório Edgard Leite Advogados é o programa de milhas. “Quando você quer usar, você vê seu direito de uso limitado cada vez mais, a bel prazer da empresa”, alerta. “Por isso, usar de maneira coloquial não tem conversa. É preciso planejar”.

Apenas com autorização
Outro item contido no PL diz que os dados sobre ofertas e promoções só poderão ser enviados a clientes cadastrados no site e que tenham autorizado o recebimento de informações por e-mail.

Com a proposta, João Arruda espera regulamentar um mercado novo no Brasil, que vem crescendo agressivamente desde o ano passado.

“É importante que o vínculo criado entre os sites de compra coletiva, os estabelecimentos e os consumidores seja transparente”, explica o deputado, segundo a Agência Câmara. “O consumidor deve ser informado sobre as condições e os detalhes dos produtos e serviços oferecidos, as regras para sua utilização e entrega”.

O projeto será analisado por quatro comissões: de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Defesa do Consumidor; de Finanças e Tributação; de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Yahoo! Finanças

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O Blog Corporativo ainda tem espaço na Era do Twitter?

Demétrios Georges Makedonopoulos | 16/05/2011

O bom e velho blog ainda tem espaço na era do Twitter e das redes sociais?

Os blogs surgiram há alguns anos como uma forma revolucionária de interagir na internet. Em vez de sites complexos e complicados, cheios de recursos visuais e que exigiam diversos técnicos para o seu desenvolvimento e atualização, você mesmo podia criar um blog na hora, de graça, e falar de suas preferências, opiniões e pontos de vista a qualquer momento. De certa forma, os blogs deram início à verdadeira democratização da web, no sentido de permitir que qualquer pessoa com acesso à rede pudesse se expressar publicamente com liberdade. Atualmente, qualquer pessoa pode criar e administrar um blog.

Com a evolução da própria internet e da sua forma de uso, surgiram novos recursos mais interativos, como as mídias e redes sociais, culminando no Twitter. A ascensão destas novas formas interativas reduziu a notoriedade dos blogs, mas não a sua importância, principalmente para as empresas. Os blogs corporativos são cada vez mais importantes dentro das estratégias de marketing digital.

O papel de gerar burburinho – buzz – e espalhar rapidamente uma idéia, slogan ou conceito (viral) foram assumidos por sites como Twitter, Facebook e Orkut, mais ágeis e dinâmicos (como ficou comprovado no impressionante fenômeno recente do “Cala a boca Galvão”), assim como novas redes sociais que surgem a cada dia, como o FormSpring. Porém os blogs continuam sendo imbatíveis em três aspectos:

  • Canal de informação: dizer aos clientes o que você está fazendo e descobrir o que eles estão pensando;
  • Canal de relacionamentos: construir uma base sólida de experiências positivas com seus clientes, que os converta de meros consumidores de antes em fãs da sua empresa e de seus produtos;
  • Gestão do conhecimento: disponibilizar o conhecimento de sua empresa para as pessoas.

Mas é preciso ter consciência de que o blog é apenas um meio. Assim como o Twitter, não vai gerar resultados sendo usado apenas como mais um canal de propaganda da empresa.

A força do blog está na interação com os clientes e na possibilidade da empresa transmitir seus valores prioridades. O retorno direto não é medido em vendas, mas no grau de relacionamento que a empresa consegue estabelecer com seus clientes. Quanto mais forte esse relacionamento, maior a fidelidade aos seus produtos e serviços e, aí sim, maiores as possibilidades de venda. Algumas formas de exercitar este diálogo são:

  • Fortalecer o relacionamento – O blog é um excelente canal para ouvir o que consumidores e clientes têm a dizer sobre os seus produtos e serviços, como fazem uso deles e quais as sugestões para melhorá-los;
  • Reagir a eventos negativos à empresa – Blogs funcionam como um serviço de atendimento ao cliente, respondendo rapidamente às dúvidas e reclamações. Servem também como uma forma de monitorar o que falam da sua empresa e da sua marca na internet, fornecendo feedback sobre suas ações de comunicação e marketing;
  • Influenciar os formadores de opinião – Um blog pode ser a melhor forma para chamar a atenção e influenciar os chamados “formadores de opinião” (especialistas, jornalistas, artistas, etc.) cujas preferências e escolhas influenciam diversas outras.

Na prática, tomemos como exemplo um hotel. Ele pode usar o seu blog para ouvir as sugestões dos clientes em relação ao atendimento ou serviço de quarto, mostrar as melhorias que está fazendo e avisar os clientes sobre novos pacotes e promoções. Ao mesmo tempo, atender as queixas e eventuais reclamações e mostrar as medidas que está tomando para resolvê-las.

Para atrair os formadores de opinião, no caso publicações especializadas em turismo, divulgar depoimentos de clientes satisfeitos ou das atrações diferenciadas da sua cidade ou região.

Cabe destacar também que o uso dos blogs não exclui a atuação nas redes e mídias sociais. Enquanto o Twitter é imediato e focado em ações rápidas, o blog é ágil e mantém o relacionamento aberto. Atuando juntas, se complementam e criam sinergia capaz de aumentar o raio de ação das suas ações de marketing digital.

Como criar Um Blog Para Sua Empresa

A equipe do Curso de E-Commerce promove mensalmente o curso sobre Criação e Administração de Blogs onde são abordadas todas as etapas para a criação de um blog e como administrar suas funções. É uma ótima maneira para poder implementar um blog em sua empresa e criar mais este canal de interação com seus clientes.

Fonte: Por Silvio Tanabe no site Administradores

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Sua empresa já possui um blog corporativo?

Demétrios Georges Makedonopoulos | 16/05/2011

Os blogs são a febre do momento. Uma maneira rápida e acessível de compartilhar informação e ter seu próprio espaço na Web, tanto no âmbito pessoal, como profissional. É cada vez mais comum as empresas utilizarem esse tipo de espaço para estabelecer um diálogo direto com seus clientes, bem como se posicionar no mercado.

A Tecnisa foi uma das empresas pioneiras nesse território aqui no Brasil, em 2006 colocou no ar o seu blog corporativo, www.blogtecnisa.com.br. Alguns anos depois, além do blog, eles lançaram uma frente no Twitter e com essa ferramenta, esse ano, brindaram a venda de um apartamento totalmente realizada pelo Twitter. Você deve estar pensando: “Nossa, se é tão fácil, porque eu não faço o mesmo com a minha empresa?”. Apesar de ser extremamente rápido e simples criar um blog (entre no http://pt-br.wordpress.com/ e em menos de 10 minutos você já tem o seu espaço online e uma infinidade de ferramentas disponíveis), é preciso tomar cuidado para não se deixar levar por essa febre e dar um tiro no pé.

Um blog corporativo é uma ferramenta muito séria que precisa ser encarada com responsabilidade e planejamento. Se você está interessado em começar um projeto desses para sua empresa, antes de qualquer coisa, uma boa dica é a ler o livro “Blog Corporativo”, de Fábio Cipriani que traz um panorama da importância que usar uma ferramenta como essa pode ter e como administrá-la da melhor maneira possível e obter benefícios reais para sua empresa.

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Síndrome de Burnout: uma doença do trabalho

Demétrios Georges Makedonopoulos | 10/04/2011

Não há dados sobre a incidência da Síndrome de Burnout no Brasil, mas os consultórios médicos e psicológicos registram um constante aumento do número de pacientes com relatos de sintomas típicos da Síndrome. O problema foi identificado em 1974, nos Estados Unidos, pelo pesquisador Freunderberger, a partir da observação de desgaste no humor e na motivação de profissionais de saúde com os quais trabalhava.

 

 

O termo síndrome de Burnout resultou da junção de burn (queima) e out (exterior), caracterizando um tipo de estresse ocupacional, durante o qual a pessoa consome-se física e emocionalmente, resultando em exaustão e em um comportamento agressivo e irritadiço. “Boa parte dos sintomas também é comum em casos de estresse convencional, mas com o acréscimo da desumanização, que se mostra por atitudes negativas e grosseiras em relação às pessoas atendidas no ambiente profissional e que por vezes se estende também aos colegas, amigos e familiares”, explica a psicóloga clínica e hipnoterapeuta ericksoniana Adriana de Araújo.

Segundo a especialista, é bom observar que “o problema é sempre relativo ao mundo do trabalho. É importante ressaltar, que a doença atinge pessoas sem antecedentes psicopatológicos”, afirma. A Síndrome afeta especialmente aqueles profissionais obrigados a manter contato próximo com outros indivíduos e dos quais se espera uma atitude, no mínimo, solidária com a causa alheia. É o caso de médicos, enfermeiros, psicólogos, professores, policiais. “Recentemente, a categoria dos funcionários de companhias aéreas inseriu-se entre aquelas de alto risco para desenvolver a Síndrome, devido às pressões intensas e ao desgaste vivido durante a crise dos atrasos nos horários dos vôos”, exemplifica Adriana de Araújo.

Veja a lista completa das áreas mais estressantes:

  1. Tecnologia da Informação;
  2. Medicina;
  3. Engenharia;
  4. Vendas e Marketing;
  5. Educação;
  6. Finanças;
  7. Recursos Humanos;
  8. Operações;
  9. Produção;
  10. Religião.

FONTE: Consultoria SWNS, 2006.

Apesar da associação do distúrbio com o perfil de trabalhadores já mencionados, ele pode afetar executivos e donas de casa também. Em comum, os candidatos à Síndrome apresentam uma personalidade com maior risco para desenvolver Burnout. “Ou seja, são pessoas excessivamente críticas, muito exigentes consigo mesmas e com os outros e que têm maior dificuldade para lidar com situações difíceis”, explica a psicóloga.

A especialista também destaca algumas das características individuais que podem incentivar o estabelecimento da Síndrome: idealismo elevado, excesso de dedicação, alta motivação, perfeccionismo, rigidez. “Em geral, são indivíduos que gostam e se envolvem com o que fazem, não medindo esforços para atingir seus próprios objetivos e os da instituição em que atuam. De certa forma, é tudo o que as organizações esperam de um bom profissional”, conclui. Ou seja, os ambientes corporativos estimulam, de alguma maneira, esse tipo de comportamento entre os profissionais, criando condições que podem predispor ao adoecimento e, na seqüência direta, em licenças médicas e eventuais afastamentos por longos períodos.

Principais características da Síndrome de Burnout:

SINTOMAS EMOCIONAIS: avaliação negativa do desempenho profissional, esgotamento, fracasso, impotência, baixa auto-estima.

MANIFESTAÇÕES FÍSICAS OU TRANSTORNOS PSICOSSOMÁTICOS: fadiga crônica, dores de cabeça, insônia, úlceras digestivas, hipertensão arterial, taquicardia, arritmias, perda de peso, dores musculares e de coluna, alergias, lapsos de memória.

ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS: maior consumo de café, álcool e remédios, faltas no trabalho, baixo rendimento pessoal, cinismo, impaciência, sentimento de onipotência e também de impotência, incapacidade de concentração, depressão, baixa tolerância à frustração, ímpeto de abandonar o trabalho, comportamento paranóico (tentativa de suicídio) e/ou agressividade.

É preciso deixar claro que a Síndrome de Burnout não deve ser confundida com estresse ou depressão. No primeiro caso, o aparecimento dos sintomas psicossomáticos (dores de cabeça, insônia, gastrite, diarréia, alterações menstruais) sugere muito mais um estresse ocupacional crônico, algo que os estudiosos do assunto definem com tentativa de adaptação a uma situação claramente desconfortável no trabalho.

Em relação à depressão, chegou-se a cogitar uma sobreposição entre Burnout e depressão, no entanto, tratam-se de conceitos distintos. “O que ambos têm em comum é a disforia, o desânimo. Todavia, avaliando-se as manifestações clínicas, encontramos nos depressivos uma maior submissão à letargia e a prevalência aos sentimentos de culpa e derrota, enquanto nas pessoas com Burnout são mais marcantes o desapontamento e a tristeza. A pessoa que vivencia o Burnout identifica o trabalho como desencadeante deste processo”, explica Adriana de Araújo.

Atenção ao ritmo de trabalho

Na realidade, o ritmo acelerado e as tensões no trabalho existentes atualmente, por si só, não desencadeiam a Síndrome. “O desgaste com rotinas extenuantes, horas extras e cobranças de chefias constituem a regra quando o assunto é trabalho nos dias de hoje”, afirma a hipnoterapeuta ericksoniana Adriana de Araújo.

O ambiente de trabalho e as condições organizacionais são fundamentais para que a Síndrome se desenvolva, mas a sua manifestação depende muito mais da reação individual de cada pessoa frente aos problemas que surgem na rotina profissional. A sensação de inadequação na empresa e o sofrimento psíquico intenso desembocam geralmente nos sintomas físicos, quando não dá mais para disfarçar a insatisfação, porque ela afetou a saúde.

O tratamento da Síndrome de Burnout é essencialmente psicoterapêutico. Mas, em alguns casos, pode-se lançar mão de medicamentos como os ansiolíticos ou antidepressivos para atenuar a ansiedade e a tensão, sendo sempre necessária a avaliação e, no caso medicamentoso, a prescrição feita por um medico especialista. “No processo psicoterapêutico, além do enfoque individual para o alívio das dificuldades sentidas, é necessário a reflexão e um redimensionamento das atitudes relativas à atividade profissional, objetivos de vida e cuidados com a auto-estima e com sentimentos mais profundos de aceitação”, defende Adriana de Araújo.

O mercado financeiro

No mercado financeiro, ansiedade e agitação são ingredientes do trabalho. Mas, em excesso, estes componentes podem provocar insônia, variação de peso, exaustão e falhas de memória – motivos que têm levado esta categoria a procurar ajuda médica e psicológica. “Os profissionais do mercado financeiro têm metas muito apertadas, que exigem grande esforço do indivíduo”, observa Adriana de Araújo.

O aumento de pacientes vindos do mercado financeiro nos consultórios médicos e psicológicos é fruto do próprio crescimento do mercado de capitais brasileiro, com maior volume de negócios e mais pessoas atuando em bancos, corretoras e gestoras de recursos.

“O problema surge com mais freqüência entre os novatos neste setor, que começam a atuar sem a devida preparação e sem o pleno conhecimento dos mecanismos do mercado de ações. Os mais antigos na profissão estão mais preparados para lidar com a pressão psicológica da atividade que exercem”, afirma a psicóloga. A demanda é maior em momentos de crise no mercado de capitais. Para estes profissionais, “a terapia serve para mostrar que o universo financeiro não condiz com a realidade fora dele. Através de reflexões, mostramos que o cotidiano não funciona assim, que sem saúde física e mental não se pode fazer nada”, afirma a psicóloga clínica Adriana de Araújo.

Hora de parar

No decreto N° 3048/99 que regulamenta a Previdência Social, o grupo V da Classificação Internacional de Doenças (CID) 10 menciona no inciso XII a “Síndrome de Burnout, “Síndrome do Esgotamento Profissional”, também identificada como “Sensação de Estar Acabado”. O profissional tem direito a afastar-se uma vez que tenha sido diagnosticada a Síndrome. “É preciso que as empresas se conscientizem da urgência de reavaliar a cultura de exigir dos funcionários metas, às vezes, impossíveis para um ser humano”, alerta Adriana de Araújo.

SERVIÇO:

PSICLÍNICA – Endereço: Avenida Macuco, 726, Conjuntos 1104/1105. Moema, São Paulo, SP.
WE CARE – Endereço: Rua Barão de Teffé, 405. Anhangabaú, Jundiaí, SP.
Homepage: http://www.curadalma.com.br
Blog: http://osegredoparaemagrecer.zip.net
E-mail: adriana@curadalma.com.br

Fonte: Administradores.com.br

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Você sabe o que é a Geração Y?

Demétrios Georges Makedonopoulos | 10/04/2011

Segundo a Wikipédia:

“A Geração Y, também chamada geração do milénio ou geração da Internet, é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, à coorte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década de 1990, sendo sucedida pela geração Z.

Essa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram-nos de presentes, atenções e atividades, fomentando a autoestima de seus filhos. Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo. Uma de suas características atuais é a utilização de aparelhos de alta tecnologia, como telefones celulares de última geração, os chamados ‘smartphones’ (telefones inteligentes), para muitas outras finalidades além de apenas fazer e receber ligações como é característico das gerações anteriores.

Enquanto grupo crescente, tem se tornado o público-alvo das ofertas de novos serviços e na difusão de novas tecnologias. As empresas desses segmentos visam a atender essa nova geração de consumidores, que constitui um público exigente e ávido por inovações. Preocupados com o meio ambiente e as causas sociais, têm um ponto de vista diferente das gerações anteriores, que viveram épocas de guerras e desemprego. Com o mundo praticamente estável e mais favorável à liberdade de expressão, esses jovens conseguiram se preocupar com valores antes menos prioritários como vida pessoal, bem-estar e enriquecimento pessoal.”

 

Para alguns especialistas, a Geração Y é mais dinâmica, questionadora e disposta a assumir riscos e desafios, algo que assusta os pertencentes ao outro grupo, pois a Geração Y chegou rápido e está se destacando em todos os lugares, mas peca pelo descompasso no exercício diário de suas tarefas. chegam a ser chamados de desosganizados, pois acabam perdendo o foco ao optarem por fazer tudo ao mesmo tempo, geraldo conflito em meio as outras gerações.

Há um concenso que indica aos membros da Geração Y tomem precuções para que, no mercado de trabalho, não percam o equilíbrio, seja nos processos de trainess ou em simples entrevistas de emprego. Eles são ambiciosos e competitivos demais, causando a impressão de individualidade, além de seu comportamento agitado! Portanto, estes jovens precisam procurar entender as gerações anteriores e, em certos momentos, se conter para não passar por cima dos que já estão a muito tempo no mercado …

Você concorda?

Clique aqui para conhecer mais sobre outras gerações …

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Idec identifica falhas em sites de compras

Demétrios Georges Makedonopoulos | 21/12/2010

São Paulo, 15 (AE) – As principais empresas de comércio online do País desrespeitam os direitos do consumidor, segundo pesquisa do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec). Com base no levantamento do Ministério da Justiça, que registrou nos últimos seis anos mais de 21 mil queixas contra as dez maiores lojas online, o Idec realizou compras em 14 lojas e, segundo o estudo inédito, “identificou diversas falhas”.

Nove delas (como Amazon, Extra e Submarino) não informam o consumidor sobre o direito de arrependimento – o cliente tem até uma semana para desistir de uma compra sem justificativa. O Submarino ainda exige que o lacre não tenha sido violado. Mas como verificar se o produto está perfeito sem abrir o lacre? Em lojas como Americanas, Extra e Ponto Frio, o pedido não pode ser alterado antes de concluir a compra. Na Americanas, não é possível nem cancelar.

A entrega também é um ponto crítico. O Idec constatou que, na compra no Ponto Frio, o produto não foi entregue no prazo estabelecido – nem 15 dias após a compra.

As 14 lojas testadas pelo instituto exigem cadastro com nome, CPF e endereço dos compradores. O Idec, porém, mostra preocupação com a privacidade – o destino dos dados precisa ser informado.

Fique esperto:
- Veja se a loja tem endereço físico e telefone de contato;
- A URL do site deve começar com “https://”;
- Confira as fotos, leia os termos de uso e imprima ou salve todos os comprovantes.

Fonte: Yahoo! Notícias

Nossa Opinião sobre o assunto:

Quando o caso da troca ou devolução do produto se dá por um defeito no mesmo, esta está amparada pela garantia do fabricante e o processo não é complicado, agora, se o cliente recebeu o produto, abriu o lacre e a caixa do mesmo, e, apesar do mesmo não ter apresentado problemas, resolveu desistir da compra fica complicado para o revendedor receber o produto, pois este já não é NOVO e não pode ser vendido como tal, além do fato de que não pode ser devolvido para o distribuidor ou fabricante. Ou seja, o correto é aceitar a devolução do produto durante o período previsto em lei, 7 dias, desde que o mesmo esteja lacrado e, portanto, ue o mesmo não tenha sido utilizado, caso contrário torna-se prejuíso para o revendedor.

Quanto a solicitação, e não meramente, exigência dos dados como nome completo, CPF e endereço dos compradores é normal, pois, afinal de contas, a loja virtual terá que emitir uma Nota Fiscal do produto e enviar a mesma com o produto para o endereço do comprador através dos Correios ou de uma transportadora, portanto, tais dados são vitais para o funcionamento de uma loja virtual e para a segurança nas transações tanto para os vendedores como para os compradores. Cabe aos responsáveis pelas lojas virtuais, informar a seus visitantes que os dados solicitados são única e exclusivamente para as transações virtuais realizadas naquele site e que os mesmos não serão fornecidos a terceiros, sob hipótese alguma …

Fora o fato do conselho de verificar se a LOJA VIRTUAL possui endereço físico se no mínimo um erro, pois o conceito de uma loja virtual diz que esta pode existir sem a necessidade de um endereço físico para o atendimento ao cliente. Se tal loja vende e emite Nota Fiscal, logo esta possui um endereço físico que não necessariamente para atendimento aos clientes, um escritório de operações, com telefone de atendimento aos clientes, etc.

Será que tal “estudo inédito” utilizou critérios adequados para influir na decisão dos compradores virtuais? Pense nisso!

Visite a Página Oficial da Pesquisa.

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Os 25 piores hábitos no mundo da tecnologia

Demétrios Georges Makedonopoulos | 11/11/2010

Todo mundo tem vícios no mundo da tecnologia: que atire a primeira pedra quem nunca usou a palavra senha como senha. Mas agora vamos cavar mais fundo, em busca dos hábitos realmente ruins que podem causar danos permanentes ao seu computador, seu bolso e seu estado de espírito. Apresentamos a vocês os 25 piores hábitos no mundo da tecnologia.

1. Não usar software de segurança

Então você pensou que poderia viver sem utilitários contra vírus e malware, apenas prestando atenção aos links nos quais clica em páginas web e e-mails. Está dando certo? Aposto que não por muito tempo.

Pelo amor de tudo o que é sagrado, use alguma coisa, qualquer coisa, para proteger seu PC de malfeitores que adorariam ter você, seu computador e sua conta bancária como alvo. Você nem precisa gastar dinheiro, e pode usar software de segurança gratuito como o Microsoft Security Essentials.

2. Não fazer backup de seu computador

A coisa mais engraçada sobre as pessoas que não fazem backup das informações em seus computadores é que elas sempre tem uma boa desculpa. Eu sei que estou errado, mas…. Escute: TODOS os HDs eventualmente falham. Todos, e o seu também irá falhar. Não é uma questão de se, mas de quando, e você deve estar preparado.

3. Não fazer backups off-site

Imagine que um ladrão entra em seu apartamento e rouba o seu notebook. Você pensa: não tem problema, eu fiz um backup completo ontem à noite. Mas aí você descobre que o ladrão também roubou o HD de backup, que estava do lado do notebook. Oops!

Armazene seus dados em múltiplos locais, com backups automáticos para os dados armazenados remotamente (por exemplo, em um servidor na internet). E ao fazer planos para recuperar seus dados, sempre se prepare para o pior cenário possível.

4. Responder a SPAM

Sabe porque os spammers continuam emporcalhando sua caixa postal? Porque há um número grande o suficiente de pessoas que responde às mensagens, fazendo o esforço de enviá-las valer a pena. Sim, clicar no link remova meu e-mail no rodapé da mensagem conta como uma resposta, já que confirma para o spammer que seu endereço existe, está ativo e há um cliente em potencial lendo as mensagens.

Apenas em raras ocasiões, se a mensagem vier de uma empresa legítima, seu endereço de e-mail será realmente removido da lista quando você clica no link. Lembre-se: se você não é parte da solução, é parte do problema. Invista também algum tempo aprendendo como funcionam as soluções anti-spam de seu cliente de email ou provedor. Garantimos que vale a pena.

5. Andar por aí com um computador ligado

Não há problema em tirar seu notebook da cozinha e levá-lo para a sala quando ele ainda está funcionando. Agora, tirar o notebook do escritório, enfiá-lo ligado dentro de uma mochila e encarar meia hora de metrô e um quilômetro de caminhada é uma PÉSSIMA idéia.

Um disco rígido em funcionamento pode ser danificado mesmo por um pequeno impacto (como um solavanco dentro de um ônibus), e micros podem facilmente superaquecer se deixados em lugares fechados. Desligue seu micro antes de transportá-lo. O Windows tem várias opções para modificar o comportamento do botão de força e desligar automaticamente o notebook, ou colocá-lo para dormir, quando você fecha a tampa.

6. Usar um notebook na cama

Você pode usar seu notebook na cama o quanto quiser. O problema é quando você o deixa ligado apoiado sobre seu maravilhoso edredon de penas de ganso. Edredons, cobertores, travesseiros e almofadas podem bloquear as saídas de ventilação do computador, causando superaquecimento e danos aos componentes. Além do mais, você pode acabar com um baita torcicolo se usar o computador em uma posição não natural. Use uma mesinha para notebook ou mesinha de café para manter a máquina em uma posição confortável e garantir um bom fluxo de ar.

7. Imprimir tudo

Você pode ter cópias digitais de todos os formulários, recibos e comprovantes de que precisa, basta instalar um software gratuito como o PDFCreator que imprime em arquivos PDF a partir de qualquer programa no Windows. Então pra que desperdiçar papel? Mesmo formulários hoje em dia podem ser assinados digitalmente, então antes de imprimir pense duas vezes: eu realmente preciso de uma cópia disso em papel? Seu bolso, e o meio-ambiente, irão agradecer.

8. Levar a câmera digital para a praia

Se um grão de areia sequer entrar no obturador ou mecanismo de zoom de sua câmera, ela já era. Se você realmente quer fotografar na praia, coloque a câmera dentro de um case à prova dágua, também conhecido como caixa estanque. Ou então compre uma câmera resistente feita para aguentar areia, água e neve sem problemas, como estes modelos da Sony e da Panasonic .

9. Deixar o notebook no carro

Ladrões ficam à espreita em estacionamentos movimentados e procuram pessoas engravatadas que distraidamente deixam suas malas de notebook no carro, mesmo que por alguns minutos. Tudo o que eles tem a fazer é quebrar uma janela, agarrar a mala e pronto, seu portátil virou história em menos de 10 segundos.

Colocar a mala no bagageiro do carro em uma rua movimentada à vista de todos também é uma péssima idéia. Bandidos podem seguí-lo e esperar você dar bobeira para atacar, seja com um revólver em punho ou simplesmente abrindo o porta-malas quando você estacionar, algo ainda mais fácil que quebrar a janela.

Se você precisa deixar o notebook na mala do carro, faça isso em um local discreto, longe dos olhos de curiosos. Melhor ainda, leve o notebook com você.

10. Guardar todos os seus e-mails!

Todas as mensagens que você recebeu em sua vida estão sentadinhas na sua caixa de entrada em ordem cronológica? Parabéns! Você não só tem um histórico perfeito de toda sua comunicação online como a garantia de que nunca mais conseguirá achar uma mensagem importante no meio de tudo aquilo.

Use pastas e tags (marcadores) para separar suas mensagens por categoria (trabalho, pessoal, importante, etc…) e seja liberal no uso da tecla Delete para apagar mensagens que não terão mais serventia.

11. Não aprender os atalhos de teclado

Você sabia que há pessoas que não sabem que Ctrl+C serve para copiar um item e Ctrl+V para colar? Não estou dizendo que você tem que decorar todas as combinações de Alt, Ctrl e Shift existentes, mas quanto mais você aprender, mais cedo vai terminar seu serviço. É simples: é necessário mais tempo para pegar o mouse e clicar em Arquivo / Salvar do que para teclar Ctrl + S.

12. Instalar coisas demais

Porque o Windows está tão lento? Porque você instalou três programas de mensagens instantâneas e 7 barras de ferramentas em seu navegador. Depois que tudo isso estiver instalado o estrago já está feito, porque muitos destes programas deixam para trás rastros que são difíceis de eliminar. Você pode fazer um esforço para Limpar seu PC , mas se precaver é a melhor opção. Antes de instalar um programa, faça a pergunta: eu realmente preciso dele?

13. Jogar fora os recibos

Uma lei universal diz que os seus eletrônicos irão quase sempre pifar imediatamente após o fim do período de garantia. Mas de vez em quando eles deixam de funcionar antes disso. Você pode conseguir que eles sejam consertados de graça, desde que se lembre de onde colocou o recibo.

Mantenha-os em uma pasta separada na mesma gaveta onde você guarda documentos importantes como o contrato do aluguel ou do plano de saúde. E se você quiser economizar espaço, pode digitalizá-los com um scanner e guardá-los em seu computador. Só não se esqueça de fazer backup (vide itens 2 e 3 desta lista).

14. Entrar numa fila para comprar um produto

Lembra-se da vez que você passou uma semana dormindo em uma barraca na porta da loja para ser o primeiro cara na sua cidade a comprar um PlayStation 3? Você poderia ter gasto esse tempo com coisas mais produtivas. Acredite: não importa se você comprar o videogame hoje ou daqui a um mês, ele vai funcionar do mesmo jeito. Na verdade nem se dê ao trabalho de ir até a loja: compre online e deixe os correios fazerem o serviço pesado por você.

15. Bater no seu computador

Você tem todo o direito de ficar bravo, já que o Windows dá motivos suficientes para tirar qualquer um do sério. Mas lembre-se: há muitos meios para otimizar e até reparar o seu PC, mas abusar dele fisicamente, seja chutando o coitado ou arremessando-o para o outro lado da sala não faz parte da lista. E gastar dinheiro com um computador novo por causa de um ataque de raiva não vai fazer você se sentir bem. Quando o sangue ferver pare, respire fundo, recupere a compostura e procure ajuda na internet. Há soluções para quase tudo.

16. Salvar arquivos em qualquer lugar

Quando a conta de luz chega você a joga em cima da mesa, em uma pilha com as fotos da família, folhetos de pizzaria, o jornal de domingo e um monte de DVDs? Ou você gasta os 20 segundos necessários para colocá-la no lugar certo? Nem precisa responder. Assim como nos e-mails, organize seus arquivos em pastas. Elas são suas amigas.

17. Fazer check-in em serviços como o FourSquare

As únicas pessoas que realmente se interessam em saber se você está no McDonalds ou na lavanderia do Sr. Lao são aquelas que você não quer que saibam disso. A exceção é se você estiver em um lugar muito legal, como o Monte Fuji, o Palácio de Versailles ou Chernobyl. Nesses casos, pode fazer check-in à vontade.

18. Citar a Wikipedia com convicção

Quando você precisa confirmar um ponto de vista com um fato, com certeza o melhor lugar para procurá-lo é em um website gigantesco que qualquer um pode modificar anonimamente, e onde farsas e pegadinhas podem sobreviver impunes por anos. Hmmm… acho que não.

Se você realmente tem que usar a Wikipedia, clique nos links para as notas de rodapé para consultar as fontes e verificar o quão verídico é o conteúdo do verbete.

19. Colocar fotos hilárias na internet

Ei colega! Parece que você se divertiu à beça na despedida de solteiro do Antônio, hein? Esse é você com uma garrafa de vodka na mão? Que original! E parece que você e a menina do teu lado estão pra lá de Bagdá. Ou pelo menos foi isso que o chefe disse quando mandou o link pras fotos para a empresa toda. Boa sorte com aquele seu aumento…

Não estamos dizendo que você deve se comportar como Madre Teresa, mas se quiser salvar estes momentos para a posteridade, faça isso de forma privada. Se você realmente precisa colocar as fotos na internet, preste muita atenção às configurações de privacidade do Facebook e de outras redes sociais e sites de compartilhamento. Não tagueie as fotos comprometedoras com seu nome e não deixe escancaradas fotos e informações que possam fazer você passar por situações constrangedoras, agora ou no futuro.

20. Acreditar no vendedor

Vamos colocar desta forma: se o simpático vendedor realmente entendesse muito de computadores, não estaria andando pela loja de uniforme e perguntando se você precisa de ajuda. Claro que há exceções, mas também há motivos suficientes para colocar um pé atrás.

Antes de comprar ou mesmo de ir à loja, faça uma pesquisa sobre o produto procurando reviews escritos por outros usuários e comentários em fóruns de discussão, e compare os preços e condições de pagamento em várias lojas. Uma simples busca no Google pelo nome do produto mais a palavra review ou análise pode ser a diferença entre fazer um ótimo negócio ou acabar com um mico na mão.

21. Ignorar as especificações técnicas

Atualmente a maior tendência no mundo da tecnologia é oferecer um produto em três categorias: uma versão básica, uma para usuários mais avançados e uma extreme, que inclui tudo e mais um pouco, cada uma com preço maior que a anterior.

O problema é que muitas vezes, fora uma caixa mais bonita e alguns penduricalhos extras, a Extreme não faz muito mais que a versão básica, ou tem recursos dos quais você não precisa. Mas você comprou ela assim mesmo, porque não leu a ficha técnica do produto e não conhecia a diferença.

Descobrir o significado de cada item em uma ficha técnica e quais deles realmente importam pode dar um trabalhão (vide nosso Especial sobre Câmeras Digitais ), mas é um tempo que será bem gasto.

22. Usar uma única senha para tudo

Basta que sua operadora de telefonia escorregue e deixe vazar informações sobre seus assinantes para que um malfeitor, de posse de sua senha de auto-atendimento, acesse seu e-mail, conta no banco e perfil de rede social. É como uma pista expressa para ladrões de identidade!

Nos dias de hoje, ter uma senha única para cada site é algo impossível, mas ao menos use um conjunto de várias senhas, e guarde as melhores para os serviços mais importantes. Gerenciadores de senha e serviços como o LastPass.com podem ajudar.

23. Não ter um endereço de e-mail descartável

Não dê seu endereço principal de e-mail para sites questionáveis ou pessoas que você encontrou na balada. Um endereço descartável que você checa de vez em quando é uma solução melhor. É pra isso que o GMail foi inventado.

24. Não trancar seu smartphone

Quando um pilantra encontra um smartphone perdido, a primeira coisa que ele irá fazer é quantas ligações interurbanas e internacionais precisar. Depois, ele vai coletar toda a informação que puder para uso em spam ou roubo de identidade.

Mas você pode evitar tudo isso colocando uma simples senha no aparelho. Ou investir em ferramentas de segurança como o Norton Mobile Security para o Android, que permite bloquear o aparelho à distância e até formatar a memória interna com um simples comando via SMS, impedindo que suas informações caiam em mãos erradas.

25. Postar comentários online

Eu sei: você tem o contra-argumento perfeito para um dos pontos deste artigo, e vai digitá-lo no formulário ali em baixo para ser o comentário número 86 na página 4. Touché. Por favor gente, estamos em 2010. Se você tem algo bom a dizer, pelo menos faça o favor de usar o Twitter, onde tem mais chances de ser ouvido. Mas seja educado.

Fonte: PCWORLD

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